Poucos
instantes de reflexão me levaram a tomar posição junto com os terroristas no
caso do massacre do Charlie Hebdo.
Não
pela forma que usaram, mas em sua firmeza em defesa aos valores morais.
Não
apenas o profeta Maomé foi alvejado e, portanto, não convém ao mundo desejar
vida longa e bem sucedida a quem, literalmente, zoou Deus* e todo o mundo.
Sou
desenhista e já contribui com charges em diversos jornais brasileiros como
colaborador do jornalista Archibaldo Figueira, além de outros eventuais.
Entendo perfeitamente o valor da arte e do humor.
Entendo,
sobretudo, o valor dos ensinamentos dos líderes religiosos afrontados.
Se não
há respeito por pessoas que ensinam a respeitar ao próximo, então as primeiras
balas na forma de lápis já foram disparadas e a liberdade de imprensa tão
aguerridamente defendida na mídia que veicula o ato terrorista, em nada, de
fato, contribuiu para o bem da humanidade.
(* - Qualquer site de pesquisa apresenta o deboche explícito citado acima)
Não se enganem: ninguém zomba de Deus.
O que uma pessoa plantar, é isso que colherá.
(Gálatas 6:7)
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