quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Quem atirou primeiro?


Poucos instantes de reflexão me levaram a tomar posição junto com os terroristas no caso do massacre do Charlie Hebdo.
Não pela forma que usaram, mas em sua firmeza em defesa aos valores morais.
Não apenas o profeta Maomé foi alvejado e, portanto, não convém ao mundo desejar vida longa e bem sucedida a quem, literalmente, zoou Deus* e todo o mundo.
Sou desenhista e já contribui com charges em diversos jornais brasileiros como colaborador do jornalista Archibaldo Figueira, além de outros eventuais. Entendo perfeitamente o valor da arte e do humor.

Entendo, sobretudo, o valor dos ensinamentos dos líderes religiosos afrontados. 
Se não há respeito por pessoas que ensinam a respeitar ao próximo, então as primeiras balas na forma de lápis já foram disparadas e a liberdade de imprensa tão aguerridamente defendida na mídia que veicula o ato terrorista, em nada, de fato, contribuiu para o bem da humanidade.


(* - Qualquer site de pesquisa apresenta o deboche explícito citado acima)

   






    Não se enganem: ninguém zomba de Deus.
    O que uma pessoa plantar, é isso que colherá.
    (Gálatas 6:7)

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